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A chave do futuro é digital

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A chave do futuro é digital

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Paulo Rego 5 minutos Partilha

Na era digital em que vivemos, a analítica, a inteligência artificial e o machine learning parecem ser não só indispensáveis, como a chave para a diferenciação e competitividade das empresas – ajudando no processo de tomada de decisão, aprimorando produtos e serviços e otimizando diversos processos. Empresas que apostem fortemente em estratégias inovadoras e em soluções diferenciadoras como Cloud, realidade aumentada e virtual ou soluções de geolocalização são empresas que conquistam a oportunidade de se posicionar numa rota de liderança de mercado.

A transformação digital impulsionou o crescimento e o volume dos dados gerados pelas empresas, quer através de dados produzidos por softwares de gestão, quer através da sensorização introduzida com soluções de Internet of Things. Com estas tecnologias surgiram também novas oportunidades para tirar o máximo partido destes dados, contribuindo para um posicionamento destacado das empresas em relação à sua concorrência. Estes novos dados permitem realizar análises que até então eram morosas e por vezes inconcebíveis, impulsionando a agilização dos processos de tomada de decisão, a maximização de produtividade e o alinhamento das estratégias para dar uma melhor resposta às necessidades reais dos clientes.

É relevante reconhecer ainda que o crescimento exponencial do volume de dados não é singular àqueles que são produzidos internamente pelas empresas, mas são também resultado daquilo que não está diretamente relacionado com a sua atividade. É neste contexto que surgem os dados georreferenciados, como os telcometadados, que após um tratamento de analytics, permitem dar a conhecer os fluxos de mobilidade e os padrões de comportamento numa dada localização geográfica. Estes dados conseguem fornecer informações valiosas às empresas, desde a identificação das tendências dos visitantes, sejam eles nacionais ou estrangeiros, a identificação dos pontos de maior afluência, ou até a identificação do perfil de quem visita uma determinada área ou usufruir de um serviço. Estes dados permitem que as empresas baseiem as suas decisões em factos e números sólidos que refletem a realidade, apresentando-se este fator de segurança como uma vantagem competitiva.

Por exemplo, sabendo que em Unhais da Serra, em 2020 e 2021, a maioria dos turistas na época de Natal provém de países como a Suíça e França, é possível adaptar as sinaléticas e materiais promocionais para francês e alemão, de modo a criar uma experiência mais impactante junto destes clientes, incentivando a um maior consumo dos mesmos durante a sua estadia e ao seu regresso em anos posteriores, numa ótica de fidelização.

Nesta era de forte digitalização e do poder dos dados, é inegável que empresas que estão a par das tendências mais facilmente conseguem atingir os seus objetivos e resultados mais favoráveis, assim como diferenciar-se das restantes que não o fazem. Exemplo disso são as empresas que já utilizam tecnologias de realidade aumentada (AR) e realidade virtual (VR), principalmente nas suas estratégias de marketing. Segundo a Accenture (2020) 57% das marcas líderes de mercado já aderiram às tecnologias imersivas para se aproximar das suas audiências e atingir mais resultados e, de acordo com a ZDNet (2021) 70% dos consumidores seriam mais leais a marcas que proporcionem experiências de Realidade Aumentada.

São muitas as grandes marcas que têm vindo a apostar em campanhas publicitárias com base em AR e VR para atrair a tão disputada atenção dos consumidores, mas torna-se também uma tecnologia com utilizações práticas para outros setores.

Na construção, a utilização destas tecnologias possibilita a simplificação de projetos. A título de exemplo com a simples visualização de uma piscina com recurso a uma aplicação (APP) de AR, os clientes conseguem escolher o modelo e tamanho que pretendem, bem como visualizar potenciais alterações para tomarem uma decisão mais segura.

Também nos supermercados e lojas é possível melhorar a experiência dos consumidores proporcionando aos clientes acesso a APPs com AR que acompanham o percurso dos mesmos e que despoletam conteúdos geocontextualizados, permitindo, por exemplo, saber que um produto está em promoção ou mostrando como umas calças ou óculos podem assentar no consumidor, sem ter de experimentar os produtos fisicamente.

Já nos trabalhos técnicos (ex. eletricistas, oficinas, manutenção de máquinas/equipamentos, operações logísticas, entre outros), as APPs e óculos de AR/VR permitem a quem está no terreno não só ter acesso a tutoriais que os ajudam a executar melhor os seus trabalhos, como possibilitam a comunicação à distância com especialistas para uma melhor performance de quem está no terreno.  

Estas ferramentas podem ainda ser muito úteis em ambientes fabris, nomeadamente no que diz respeito à formação de colaboradores com óculos de VR para trabalharem com uma nova máquina ou para corrigir as suas posturas de trabalho, com vantagens a nível do aumento da produtividade e da prevenção de acidentes no trabalho e doenças profissionais.

Adicionalmente, foi graças à tecnologia de VR que foi possível replicar showrooms de empresas e fábricas, garantindo assim que através de um computador se mantinham as visitas a estes espaços durante a pandemia, agora em formato digital, interativo e à distância.

São diversas as aplicabilidades desta tecnologia, mas é certo que os consumidores estão cada vez mais atentos e exigentes no que toca às suas escolhas. De acordo com a Mobile Marketeer (2020) 71% dos consumidores dizem que iriam às compras mais frequentemente se pudessem usar Realidade Aumentada. Já as páginas de produtos com experiências de AR e 3D levaram a um aumento em 13% na média de ordens de venda e a um aumento de 21% das receitas por visita (Retail Customer Experience, 2020).

São cada vez mais valorizados os fatores de diferenciação detidos pelas empresas, mas também a tecnologia de que estas dispõem nas suas soluções e no seu dia-a-dia. As organizações que já deram um passo na sua transformação digital estão indiscutivelmente à frente da sua concorrência que ainda não tenha dado esse passo absolutamente crucial para os negócios nos dias de hoje.

No que toca à transformação digital, até muito recentemente temas como Cloud, Data Center ou mobilidade nem sempre eram falados dentro das organizações. Em alguns casos, estes temas estavam num segundo plano de investimento, para quando houvesse disponibilidade, e a pandemia veio acelerar estas decisões, priorizando este investimento nas empresas.

Dados da Gartner de julho de 2020 apontam para que os gastos mundiais em serviços de Cloud Pública venham a atingir os 257,8 mil milhões de dólares e ultrapassar os 360 mil milhões de dólares em 2022. Um estudo da IDC indicava ainda que 32% dos orçamentos de IT iriam ser dedicados à Cloud durante o ano de 2021.

Em resumo, os serviços Cloud não são apenas uma tendência; são uma certeza cada vez mais proeminente na realidade das empresas. Através da tecnologia de Cloud, as empresas investem significativamente menos dinheiro à partida, em vez de escalar para capacidade de data center on-premises ou através da aquisição de licenças de software mais tradicionais que limitam as opções. Numa primeira instância, a Cloud era o lugar para hospedar a infraestrutura necessária de uma empresa, mas atualmente, é um dos principais catalisadores para o crescimento de uma organização. Empresas que invistam em Cloud são empresas que investem na produtividade da sua organização e na sua inovação, ajudando ao mesmo tempo à redução de custos.

É possível afirmar, com pouca margem para dúvidas, que as empresas que estejam a par das tendências, otimizem os seus processos e ofereçam soluções em harmonia com as necessidades dos seus clientes, são aquelas que atingirão melhores resultados.

A Altice Empresas, na vanguarda da inovação e do desenvolvimento tecnológico, disponibiliza um portfolio diversificado de soluções, incluindo analytics, AR/VR e Cloud, que contribuem para acelerar a digitalização de empresas e organizações, ultrapassar desafios e melhorar a sua capacidade competitiva, promovendo a sua continuidade e crescimento económico, independentemente da sua dimensão, localização, setor de atividade e nível de atuação local ou global. Saiba mais em: https://www.altice-empresas.pt/

Paulo Rego

Diretor de Produto e Pré-Venda da Altice Empresas

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